
Brasil Salomão
Inteligência Artificial
Inovação
Capacitação
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SOBRE A CLIENTE
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O Brasil Salomão é uma das principais bancas jurídicas do Brasil, com mais de cinco décadas de atuação. Fundado em 1969, o escritório possui presença em 11 cidades no Brasil e 2 unidades na Europa, consolidando uma operação robusta e integrada.
É reconhecido por uma abordagem própria, de empatia jurídico-empreendedora, com equipes multidisciplinares que atuam de forma estratégica e próxima aos clientes.
PROJETOS
Dois meses de imersão para aproximar advogados e lideranças das possibilidades da inteligência artificial, combinando desenvolvimento de competências, experimentação e construção de soluções aplicadas ao negócio.
Desafio
O que acontece com um escritório de advocacia quando o concorrente deixa de ser outro escritório?
Essa é a pergunta que a Inteligência Artificial colocou na mesa do setor jurídico inteiro. O avanço acelerado da tecnologia parou de ser assunto de eficiência e passou a redefinir a própria dinâmica competitiva: a concorrência não vem mais só das bancas tradicionais, mas de empresas de tecnologia jurídica que operam sob uma lógica completamente diferente.
Para o Brasil Salomão, o desafio era duplo e simultâneo. Preparar o time para atuar nesse novo cenário e, ao mesmo tempo, estruturar uma agenda estratégica de adoção de IA que fosse além de iniciativas isoladas.
Nossa análise
Aqui está o erro mais comum, e mais caro, que um escritório pode cometer com IA: tratá-la como um jeito de fazer a mesma coisa mais rápido.
Para nós, a adoção de Inteligência Artificial na advocacia não é um ganho incremental de produtividade. É a ponta visível de uma transformação de modelo de negócio. E essa distinção decide quem sai na frente: escritórios que enxergam IA como "a mesma advocacia, só mais eficiente" vão capturar uma fração pequena do valor, e vão fazê-lo enquanto concorrentes que repensaram o próprio modelo capturam o resto.
O verdadeiro diferencial, na nossa leitura, está na capacidade de combinar três coisas que quase nunca andam juntas: formação prática do time, priorização estratégica dos casos de uso certos e orquestração centralizada das iniciativas. É a diferença entre comprar uma tecnologia e construir uma competência.
A solução
Estruturamos, junto ao Brasil Salomão, o IA Lab, um programa intensivo de dois meses para advogados e lideranças do escritório.
O IA Lab nasceu com dois objetivos que se retroalimentam: capacitar o time jurídico e, ao mesmo tempo, desenvolver aplicações concretas de IA dentro do próprio contexto do escritório. De um lado, trabalhamos os fundamentos, como funcionam os modelos de linguagem, engenharia de prompt, implicações éticas. Do outro, e em paralelo, começamos a construir projetos reais de automação em grandes contas da banca.
Junto dos advogados, mapeamos fluxos, identificamos gargalos operacionais e estruturamos casos de uso onde a IA poderia gerar ganho real. Quem aprendia estava, ao mesmo tempo, construindo. E por concentrar essas iniciativas em um só lugar, o IA Lab deixou de ser apenas um programa de formação e passou a funcionar como o mecanismo de orquestração de toda a agenda de IA do escritório. Exatamente os três elementos da análise, operando juntos.
Resultado
O IA Lab estabeleceu o que faltava: uma base estruturada para a adoção de Inteligência Artificial no Brasil Salomão.
Ele ampliou o repertório do time, criou alinhamento sobre o papel da tecnologia no futuro do escritório e, talvez o mais importante, aproximou os advogados da construção das soluções, em vez de deixá-los como espectadores de uma transformação decidida por outros. Acelerou a identificação de oportunidades concretas de aplicação e fortaleceu, na prática, uma cultura de inovação que antes era só intenção.
O IA Lab preparou o Brasil Salomão para competir em um cenário onde tecnologia, inteligência e modelo de negócio deixaram de ser coisas separadas. Enquanto boa parte do setor ainda pergunta se deve adotar IA, o escritório já está decidindo o que construir com ela. E, num mercado em transformação, essa é a única vantagem que realmente importa: não chegar mais rápido ao mesmo lugar, mas chegar antes a um lugar novo.





